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Rastreio - Observatório das Doenças Civilizacionais Portugal 2010

No âmbito do Observatório das Doenças Civilizacionais Portugal 2010, estivemos a realizar rastreios na Região Autónoma da Madeira, em Lisboa, Porto, Vila Real, Coimbra, Évora, Castelo Branco e Faro.

Lisboa

No que concerne à área geográfica de Lisboa, a nível metodológico, adicionalmente às variáveis de estratificação sexo e faixa etária considerámos ainda como variável adicional de estratificação a residência (analisada por freguesia).
Tendo em conta este aspecto e o número de questionários a efectuar em Lisboa (área geográfica onde seriam realizados mais questionários) por faixa etária e por sexo (de acordo com os Census 2001 do INE), previamente definido na metodologia do Estudo, foi calculado o número de questionários a realizar por cada uma das freguesias de Lisboa (no caso das freguesias com menor número de respondentes agruparam-se algumas freguesias).

Esta metodologia embora requeira mais tempo dado que é necessário uma maior triagem dos respondentes com vista a confirmar se reúnem as condições para se qualificarem como elemento amostral para efeitos da amostra do Estudo (sexo, faixa etária e residência em termos de freguesia) reforça a representatividade estatística deste na cidade de Lisboa dado que as características sócio-demográficas da população são melhor replicadas em termos da amostra.
O trabalho de campo na cidade de Lisboa foi desenvolvido ao longo dos meses de Novembro, Dezembro e Fevereiro.




Datas e locais onde se realizou o Estudo em Lisboa:
Novembro: Centro Comercial Colombo;
Centro Comercial Roma;
Dolce Vita Monumental;
Amoreiras Shopping Center.

Dezembro: Campo Pequeno.

Fevereiro: Câmara Municipal de Lisboa;
Centro Vasco da Gama.
 
Não obstante os locais escolhidos terem permitido uma boa representatividade em termos da amostra alvo, de forma a garantir-se a observância das quotas de amostragem decompostas pelas variáveis de estratificação definidas, verificou-se um número bastante significativo de respondentes que não se qualificam para a amostra.
 
De novo, nos diversos locais onde estivemos ao longo da cidade de Lisboa, a adesão por parte da população foi excelente registando-se uma óptima cooperação quer para o questionário, quer para o rastreio.

Porto e Vila Real

O trabalho de campo foi desenvolvido entre os dias 18 e 26 de Fevereiro de 2010 na cidade do Porto e no dia 27 de Fevereiro de 2010 em Vila Real.

No caso de Vila Real, o rastreio foi realizado no Dolce Vita Douro enquanto que na cidade do Porto foram escolhidos locais como o Porto Gran Plaza, Campus São João e Edifício Transparente.

As componentes de questionário e rastreio alocadas ao Porto e a Vila Real foram desenvolvidas nas últimas duas semanas em diferentes locais com vista a que os respondentes se enquadrassem nas variáveis de estratificação definidas.

A adesão por parte da população nos diversos locais foi excelente, excedendo inclusive as nossas expectativas, registando-se uma óptima cooperação quer a nível do questionário, quer do rastreio.




Évora

No passado dia 16 de Setembro estivemos a realizar o trabalho de campo mediante a aplicação dos questionários e realização do rastreio em Évora distribuídos pelas várias faixas etárias da população de acordo com os dados dos census 2001.

Nesta área geográfica, contámos com o apoio da Administração Regional de Saúde do Alentejo, da Câmara Municipal de Évora e do Hospital do Espírito Santo, E.P.E.

A Autarquia de Évora apoiou nomeadamente na componente logística. Juntamente com o Hospital do Espírito Santo, a Autarquia apoiou ainda na divulgação do projecto junto da população local.

O local escolhido, em parceria com a Autarquia, foi a Praça do Giraldo, local este que se revelou uma escolha adequada pela afluência bastante significativa de pessoas que ali se verifica e pela distribuição estatística que se pretendia replicar em termos da amostra.

A adesão por parte da população foi excelente revelando-se esta muito agradada pela realização do estudo em causa e pela relevância que o mesmo compreende.



Castelo Branco

No passado dia 1 de Outubro, estivemos em Castelo Branco onde aplicámos os questionários e procedemos à realização do rastreio distribuído também pelas várias faixas etárias da população de acordo com os dados dos census 2001.

Contámos com o apoio local da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias do Instituto Politécnico de Castelo Branco, nomeadamente na pessoa do Prof. João Ventura, que foi incansável no apoio que prestou e a quem queremos desde já manifestar o nosso reconhecimento.

No âmbito da participação no projecto da Escola Superior de Saúde Dr. Lopes Dias, os alunos de enfermagem finalistas da Escola apoiaram na realização do rastreio junto da população.

O local escolhido para desenvolver a iniciativa foi o Centro Cívico da cidade (também conhecido por “Zona das Docas”).

Novamente, a adesão por parte da população local foi muito significativa mostrando-se muito agradada com a iniciativa perguntando nomeadamente se o estudo relativo ao Observatório das Doenças Civilizacionais Portugal seria apenas realizado uma única vez ou se teria novas edições ao que respondemos que se pretende que o mesmo tenha um carácter de continuidade.



Faro

No passado dia 22 e 23 de Outubro estivemos a realizar o trabalho de campo mediante a aplicação dos questionários e realização do rastreio em Faro distribuídos pelas várias faixas etárias da população de acordo com os dados dos census 2001.

Nesta área geográfica contámos com o apoio local da Escola Superior de Saúde de Faro e da Universidade do Algarve.

Também no Algarve a adesão da população foi excelente.